
Igor, de 11 anos, não tem medo de subir o muro dos fundos da casa de cerca de três metros de altura e ficar sentado em um pequeno espaço para tentar ver algum jogador da seleção brasileira. Diante da dificuldade encontrada pelos torcedores para observar os ídolos neste início de preparação para a Copa do Mundo em Curitiba, a mureta da família Gouveia virou quase um camarote.De lá, é possível observar dois campos do Centro de Treinamento do Atlético-PR e o local montado para as entrevistas dos jogadores
A casa do taxista Joaquim Eugênio Gouveia, 47 anos, fica colada ao Centro de Treinamento do Atlético-PR e nos últimos dias passou a receber a visita de amigos e familiares. Todos querem tentar ver algum jogador da seleção brasileira. O sobrinho Eduardo já dormiu por lá de sexta para sábado.
- Estamos tão perto e tão longe (risos). Não consegui ver nenhum jogador ainda. Só pela televisão. Só vejo repórteres de todos os lugares - disse Joaquim, que comprou duas camisas e uma bandeira da seleção para os filhos Igor e Raisa.

Igor sobe a escada para ter a visão do CT
Igor sonha com a hora de ver os ídolos. O pequeno torcedor gosta de dois jogadores em especial.
- Queria muito ver o Kaká e o Julio Cesar - disse Igor, que neste sábado conseguiu avistar os dois primeiros atletas da seleção brasileira: Michel Bastos, que foi confundido de longe por Robinho, e Daniel Alves.























































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