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Caso Valério Luiz: Veja como foi a manifestação de 1 ano do assassinato do jornalista esportivo:

  

No último dia 05 de julho completou-se 1 ano que o jornalista esportivo Valério Luiz foi covardemente assassinado em frente a Rádio Jornal 820 AM no bairro Setor Serrinha, aqui em Goiânia. O crime ocorreu às 14 horas logo após o cronista sair da rádio na qual trabalhava e o seu executor o esperava nas imediações pois segundo as investigações, o bandido ficou por cerca de 40 minutos aguardando o programa de Valério Luiz terminar para executá-lo ali mesmo, alguns metros após a emissora. Sendo isso, o bandido agiu de forma premeditada e a polícia apontou o cartorário Maurício Sampaio (ex vice-presidente do Atlético-GO) como o mandante do homicídio. 



Sampaio foi preso em fevereiro deste ano pela primeira vez e desde a morte de Valério Luiz ele sempre foi o principal suspeito pois era pública as desavenças dele e do jornalista (que também é torcedor do Atlético-GO) devido as críticas ferrenhas que Valério fazia de Maurício Sampaio, e também contra o diretor de futebol do clube, Adson Batista, além de denúncias de compra de jogos, manipulação de resultados e envolvimento com o esquema do bicheiro Carlinhos Cachoeira (sendo que a Delta era uma das patrocinadoras do Atlético-GO), dentre outras contestações. Veja no vídeo acima uma reportagem especial da TBC News Esportes sobre a manifestação que pediu justiça e punição aos culpados.
DEVERIAM ESTAR NA CADEIA!!! 

#JustiçaPorValérioLuiz

Todos os envolvidos (exceto o Cabo Ademá Figueiredo - que cumpre pena por ser acusado de participar de um crime conhecido como a "Chacina do Jardim Olímpico''- em Aparecida de Goiânia-GO) encontram-se em liberdade aguardando o julgamento, pois em outras oportunidades eles foram presos, porém, com as brechas da Lei eles foram contemplados com a soltura através de habeas corpus.
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Veja as outras postagens que fizemos até agora sobre o Caso Valério Luiz clicando no link abaixo:
http://www.digaofutebol.net/search/label/CASO%20VAL%C3%89RIO%20LUIZ?&max-results=7


Caso Valério Luíz: Hoje completa 1 ano que o jornalista esportivo foi assassinado aqui em Goiânia!

Assassinato de Valério Luiz:
1 ANO DE IMPUNIDADE!


Há exatamente 1 ano o jornalista esportivo Valério Luíz de Olveira foi covardemente e brutalmente assassinado em plena luz do dia no bairro Setor Serrinha, região sul de Goiânia. Em 05 de julho de 2012, após mais um dia de trabalho na Rádio Jornal 820 AM, Valério Luíz acabara de sair em seu carro quando foi interceptado por um motociclista que disparou várias vezes no comentarista que veio a falecer ali mesmo no local, quase em frente a rádio, às 14 horas, numa rua movimentada de um bairro nobre da capital. Sendo assim, não deixaríamos de falar, relembrar e externar a insatisfação com essa Justiça frouxa e com a impunidade que reina em nosso país! Sim, vamos continuar falando desse crime, pois desde a morte de Valério estamos volta e meia retornando a esse assunto.
Cronista esportivo Manoel de Oliveira - pai de Valério. Ele é o símbolo da luta por Justiça para que esse caso não caia no esquecimento e que não fique sem punição

Desde o início, todos nós (e isso engloba os familiares, parentes, colegas de trabalho, telespectadores), desconfiavam ou tinham mesmo quase certeza que a execução do jornalista estava sim ligada às críticas pesadas portanto contundentes que o jornalista esportivo fez a dirigentes do Atlético Clube Goianiense e que meses depois ficou comprovado através do inquérito em que a valente e obstinada delegada Adriana Barros conduziu com muita responsabilidade e coragem. Já é público e conhecido de todos o envolvimento de Maurício Sampaio, (dono de um cartório e também é sócio da Rádio 730 AM além de possuir vários imóveis aqui na capital), e de pessoas ligadas a ele direta ou indiretamente, porém essas pessoas estão soltas e Valério está morto e a pergunta que não quer calar ecoa em nosso estado: Até quando???

  Capas de jornais durante etapas do andamento do inquérito

Valério Luíz trabalhava também na tv, no programa Mais Esportes da PUC TV Goiás (afiliada da TV Aparecida aqui no estado) e seus colegas de trabalho tanto da tv quanto da rádio foram impedidos de cobrirem o Atlético-GO devido as críticas de Valério em relação ao clube. Adson Batista - diretor de futebol e Maurício Sampaio - vice-presidente, foram os mais criticados por Valério, sendo que depois disso o próprio Maurício Sampaio e o Ten. Coronel Wellington Urzeda se desligaram do clube e meses depois Valério foi executado. Urzeda chegou a ser acusado porém até agora nada foi provado sobre um possível envolvimento do militar nesse crime. Já Sampaio, desde o início era o principal suspeito de ser o mentor da execução e as investigações apontou que o cartorário foi o articulador do homicídio.

Maurício Sampaio (ex-vice-presidente do Atlético-GO), segundo as investigações, é o mandante da execução do jornalista esportivo!

De acordo com a polícia, o acusado de ter atirado no jornalista Valério Luiz, Marcos Vinicius Pereira Xavier (Marquinhos), que já confessou ser mesmo o autor dos disparos, disse em seu depoimento que foi Urbano de Carvalho Malta quem lhe procurou para que ele cometesse o homicídio, inclusive o Urbano foi a pessoa que lhe forneceu a arma e o telefone celular usado no dia em que o crime foi cometido.  
Marquinhos disse que conhecia Urbano e o sargento Da Silva (Djalma Gomes da Silva) porém não chegou a conhecer Mauricio Sampaio. Urbano tem ligações estreitas com o cartorário Maurício Sampaio, cujas desavenças com Valério Luiz eram conhecidas de todos na imprensa. Inclusive no depoimento dado por Marquinhos, ele chama Maurício Sampaio de ''patrão" do Urbano, pois é sabido que ele é motorista do empresário.

DEVERIAM ESTAR NA CADEIA!!! 

#JustiçaPorValérioLuiz
 
Maurício Sampaio mantinha ligações com policiais militares, alguns faziam sua segurança e também a segurança do ex-sócio da Rádio 730, o apresentador Joel Datena, (filho do apresentador José Luiz Datena). Depois de muitas conversas, e reclamações, um oficial da PM teria dito que sabia quem podia fazer o “serviço”. Depois de várias conexões, como a citação de um cabo da PM, chegou-se, por meio de um sargento, a Marquinhos. Já o sargento Da Silva fez uma varredoura nas ruas, na região da Rádio Jornal, no Setor Serrinha, verificando onde existiam câmeras e rotas de fuga, e Urbano monitorou Valério Luiz em uma casa que fica a poucos metros da emissora. A polícia e o Ministério Público dizem que essa casa é de propriedade do cartorário Maurício Sampaio! Com tudo preparado, Marcos Vinicius teria roubado uma motocicleta e, em julho de 2012, matou o comentarista esportivo. O assassinato teria custado cerca de 200 mil reais ao empresário.

 
Mandado de Prisão Temporária expedido em 1º de fevereiro de 2013 contra Maurício Sampaio - ex-dirigente do Atlético-GO 

Depois disso Maurício Sampaio teve suas idas e vindas pois a defesa conseguiu soltá-lo através de habeas corpus por algumas vezes e ele e os outros envolvidos aguardam atualmente o julgamento em liberdade. Valério era atleticano assim como o seu pai, o também cronista esportivo Manoel de Oliveira (também conhecido como Mané de Oliveira), ícone do esportivo do Centro-Oeste brasileiro e pioneiro na imprensa esportiva em Goiás, sendo conhecido por todos devido a décadas de trabalhos na imprensa futebolística tanto no rádio e na tv. Manoel de Oliveira comanda o TBC News Esportes pela emissora TBC News e mesmo sendo um homem público e respeitado por todos, sofreu não somente com a execução de seu filho como tambem com outras "estranhas intervenções" como dois assaltos ao Clube do Mané - de sua propriedade, tiros dados na guarita e entrada de seu clube durante a madrugada e um assalto no qual ele foi mantido como refém em seu clube. 
Vídeo com algumas das principais críticas de Valério Luiz a dirigentes do Atlético-GO

Mané é um dos símbolos na busca por Justiça na elucidação desse crime e chegou a contratar detetive particular para ver se agilizava a identificação dos envolvidos nesse covarde crime. Nesse período ele se reuniu pessoalmente com o Governador Marconi Perillo diversas vezes e até o Secretário de Segurança Pública João Furtado foi trocado e em seu lugar entrou Joaquim Mesquita, que ocupa o cargo até então.

A defesa do ex-dirigente do Atlético-GO conturbou várias vezes o processo querendo descaracterizar as denúncias e também houve mudanças de depoimentos, e com isso a angústia e insatisfação de Manoel de Oliveira e sua família só aumentavam. O cabo da PM Ademá Figuerêdo Aguiar foi apontado como o verdadeiro executor, sendo que ele também responde por participação em uma chacina no Jardim Olímpico, em Aparecida de Goiânia-GO ocorrida em 2011. Segundo o inquérito, Figueirêdo foi visto nas imediações antes do crime e foi ele quem foi o executor do radialista.  



Valério Luiz Filho, (na foto ao lado), é advogado, assim como Lorena Oliveira (sua mãe e viúva de Valério Luiz) também lutam incansavelmente por Justiça sendo que eles criaram o Instituto Valério Luiz para ajudarem a divulgar melhor o caso e lutarem também por justiça e fim da impunidade. Valério Filho organizou a manifestação que se realizou na manhã desta sexta-feira no centro de Goiânia (vejam o vídeo acima) e também eles já criaram um canal no Youtube, divulgando assim de todas as formas para que cada vez mais pessoas que se identificam com o caso ou que já passaram por questões semelhantes se unam a eles e juntos possam se fortalecerem para continuar a luta contra a impunidade e o descaso.

O desejo de todos é que os avanços que a família Oliveira conseguiu até agora não seja em vão e que no final se faça sim a Justiça! É vergonhoso, deplorável, inadmissível que aqui no Brasil, o chamado país do futebol, alguém mate ou mande matar somente porque não aceita críticas ou porque não concorda com a opinião do outro. Não somente porque ele era da imprensa, porém quando acontece isso com alguém que é uma pessoa conhecida, pública, passa então a sensação e o recibo de que é um cala boca à imprensa, um recado, o que faz com que o trabalho e a qualidade da imprensa seja colocado de lado enquanto o medo entra em cena em decorrência da impunidade. Se fazem isso com um jornalista, imaginem com as outras pessoas... 

Os jornalistas Rafael Vasconcelos, Daniel Santanna e André Isac eram colegas de trabalho de Valério na PUC TV Goiás

É tempo de reflexão, de manifestação e de  clamar por justiça. Não podemos deixar que esse crime fique incólume. Temos que cobrar das autoridades maior empenho para que o excelente trabalho da delegada Adriana Barros não seja em vão. Tenho fé de que tudo dará certo e que em breve a família Oliveira e a imprensa esportiva de Goiás durma com o sono dos justos, sem medo, sabendo que os culpados estarão atrás das grades pagando pelos crimes que cometeram. Podem até enganar os homens, porém a justiça de Deus é implacável e imutável! 

#FORÇAMANÉ
#JUSTIÇAAVALÉRIOLUIZ 
 

Caso Valério Luiz: Sargento Da Silva deverá ser preso pois teve HC negado! Ele era o único dos acusados que ainda estava solto:

 

Por quatro votos a um, a 1ª Câmara do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO) denegou, nesta quinta-feira (25/04), Habeas Corpus (HC) impetrado em favor de Djalma Gomes da Silva, policial militar acusado de envolvimento no assassinato do jornalista, radialista e cronista esportivo Valério Luiz, no dia 5 de julho do ano passado.

Os desembargadores José Paganucci Jr. e Nicomedes Borges, além do juiz substituto Sílvio Rabuske, acompanharam o voto do relator, desembargador Itaney Francisco Campos. O único voto divergente foi proferido, mais uma vez, pelo desembargador Ivo Fávaro.

"Da Silva", como é chamado informalmente, era o único acusado ainda em liberdade, tendo em vista que o mérito da liminar de soltura concedida ao sargento em 14 de março deste ano pelo desembargador Gerson Santana Cintra ainda não havia sido apreciado pelo colegiado da Câmara.

Após o cumprimento da decisão de hoje, então, todos os réus do caso Valério Luiz estarão presos preventivamente.


Por: Valério Luiz Filho
 

Caso Valério Luiz: MP de Goiás denuncia 5 pessoas pela morte do jornalista Valério Luiz! Dentre elas, Maurício Sampaio (ex-dirigente do Atlético-GO):

 


O Ministério Público do estado de Goiás protocolou hoje (27/02) denúncia criminal contra cinco envolvidos na morte do radialista Valério Luiz de Oliveira, ocorrida no dia 5 de julho de 2012. Foram denunciados o tabelião Maurício Borges Sampaio, o cabo da Polícia Militar de Goiás Ademá Figuerêdo Aguiar; o 1º sargento da PM-GO Djalma Gomes da Silva; além de Urbano de Carvalho Malta e Marcus Vinícius Pereira Xavier.

Segundo relatado na denúncia pelos promotores de Justiça Eni Lamounier, Maurício Gonçalves de Camargo e Paulo Pereira dos Santos, o inquérito policial aponta que, no dia do crime, por volta de 14 horas, a poucos metros da porta de saída da Rádio Jornal 820 AM, o denunciado Ademá Filho, contando com a participação dos demais denunciados, deu vários tiros na vítima, causando-lhe a morte imediata.

De acordo com o inquérito policial, conduzido pela delegada Adriana Ribeiro, da Delegacia de Investigações de Homicídios (DIH), em razão das constantes e enfáticas críticas que o radialista fazia à diretoria do time de futebol Atlético Clube Goianiense, da qual Maurício Sampaio era vice-diretor, este mantinha acirrada animosidade e ressentimento pela vítima. Conforme notícias constantes na apuração, os desentendimentos duravam dois anos.

Segundo o inquérito, como consequência destas desavenças, Maurício Sampaio, inclusive tentou, junto à Diretoria da PUC-TV, afastar Valério Luiz da emissora, onde ele mantinha um programa esportivo diário, chegando, inclusive, a oferecer uma vantagem financeira à diretoria.




Consta ainda do inquérito que, mesmo proibindo a entrada de equipes jornalísticas da Rádio Jornal 820 e da PUC-TV nas dependências do clube, sob a alegação de que Valério Luiz era “persona non grata”, Maurício Sampaio passou a planejar a morte da vítima.

Os detalhes

De acordo com a apuração policial, o tabelião mantinha amizade com o tenente-coronel Urzeda, que também fazia parte da diretoria do Atlético. Eram subordinados do comandante os denunciados Ademá Figuerêdo, conhecido como Figuerêdo, e Djalma da Silva, o “Da Silva”. Destas relações teve início o planejamento do crime, tendo Maurício Sampaio como mandante.

Já Urbano Malta era amigo do mandante, inclusive morava em uma casa do tabelião, localizada estrategicamente em frente ao local onde ocorreu o crime. Urbano e os dois militares também se conheciam e eventualmente faziam segurança pessoal de Sampaio.

Por outro lado, o comerciante Marcus Vinícius, conhecido como Marquinhos, era informante de “Da Silva” e foi convidado por ele para participar do crime. No planejamento do fato, coube a Marcus Vinícius emprestar ao executor a moto, o capacete e a camiseta usados no momento do assassinato, além de ter guardado em seu açougue a arma e o celular utilizados na prática do delito. Por essa participação, recebeu certa importância em dinheiro, que foi entregue pelo próprio “Da Silva”.

A arma utilizada no evento foi entregue a Marcus Vinícius, no seu estabelecimento comercial, por “Da Silva”. A fim de viabilizar a execução, Urbano habilitou dois chips de celular dois dias antes do crime, os quais foram usados na comunicação entre ele e Ademá no dia do evento.

Para consumar o crime, Ademá Figuerêdo foi até o estabelecimento de Marquinhos, onde apanhou a arma, o capacete, a moto, a camiseta e o telefone celular, e dirigiu-se para o local do crime. No trajeto, ele comunicou-se com Urbano, que estava na espreita nas proximidades da rádio, aguardando o momento em que a vítima sairia. Assim, no desdobramento dos fatos, Figuerêdo aproximou-se de Valério, que já estava dentro do veículo e disparou vários tiros.


Os crimes 

Os promotores denunciaram Ademá Figuerêdo e Maurício Borges Sampaio nas sanções do artigo 121, § 2º, incisos I e IV (última figura) do Código Penal - homicídio qualificado, mediante paga ou promessa de recompensa e à traição, de emboscada. Os demais envolvidos foram denunciados no artigo 121, § 2º, incisos I e IV (última figura) c/c artigo 29 (coautoria), todos do Código Penal. Clique aqui para ler a íntegra da denúncia.
 

Fonte: Portal do Ministério Público de Goiás (www.mp.go.gov.br)

Caso Valério Luiz: Reveja o vídeo com as principais críticas do comentarista aos dirigentes do Atlético-GO:


Esse vídeo é uma edição que mostra vários comentários do jornalista esportivo Valério Luiz, onde o mesmo faz várias críticas aos dirigentes do Atlético Clube Goianiense. Valério isenta apenas o presidente Valdivino de Oliveira e o deputado federal Jovair Arantes, entretanto por várias ocasições ele chega a criticar o diretor de futebol Adson Batista e o agora ex vice-presidente do Dragão, o cartorário Maurício Sampaio. Em decorrência desses comentários, Valério Luiz e toda a equipe da Rádio Jornal e da PUCTV Goiás foram proibidos de entrarem nas dependências do Atlético-GO.

As críticas são variadas, dentre as quais ele cita até o esquema de Carlinhos Cachoeira, provável esquema de compra de resultados de jogos, esquema de dirigente empresariar jogador de futebol, dentre outras. As denúncias e críticas do jornalista Valério Luiz que vocês veem neste vídeo são do Programa Mais Esportes, da PUCTV Goiás, afiliada da TV Aparecida aqui em Goiás. Além dessa emissora de tv, Valério também trabalhava na Rádio Jornal 820 AM, sendo que ele foi assassinado quase na porta dessa rádio ao sair do programa em que ele participava, na tarde do último dia 05 de julho de 2012, às 14 horas. O jornalista Valério Luiz também era torcedor do Atlético-GO.
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Veja no link abaixo tudo o que nós já publicamos sobre o Caso Valério Luiz:

 

Caso Valério Luiz: Apresentador Joel Datena foi ouvido na noite de 5ª feira. Seu segurança, Ademá Figueiredo é apontado como suspeito na morte do jornalista esportivo Valério Luiz!

O apresentador do Programa Brasil Urgente Goiás, Joel Datena, filho do apresentador José Luiz Datena, foi ouvido pela segunda vez no Caso Valério Luiz, isso porque Ademá Figueiredo, segurança de Joel Datena, desde o início das investigações é apontado no envolvimento da morte do cronista esportivo e por isso Datena teve que ser ouvido novamente. O cabo Figueiredo está preso desde novembro do ano passado no 1ª Batalhão da Polícia Militar, localizado no Setor Marista aqui em Goiânia, acusado de participar de um crime que ficou conhecido como "chacina do Jardim Olímpico" e também é investigado no Caso Valério.

No primeiro depoimento dele, prestado no mês de setembro do ano passado, Joel Datena disse que seu segurança (Figueiredo) havia chegado em sua residência, que é um sobrado em um condomínio do Parque Amazônia, por volta do meio-dia e saído por volta das 14:40 hrs. Sendo isso, Datena afirmou que nesse período, Ademá Figueiredo esteve contigo durante todo esse período.

Já nesse seu segundo depoimento, que foi realizado na noite de 5ª feira (07/02) na DIH - Delegacia de Investigação de Homicídios, no bairro Cidade Jardim, Joel Datena disse que após almoçar em seu sobrado junto com o seu segurança, em 05 julho de 2012 (data do assassinato de Valério Luiz), Joel Datena subiu para seu quarto e foi descansar um pouco por volta das 12: 20 hs e Ademá Figueiredo permaneceu em sua residência, na cozinha. Datena saiu por volta das 14:40 junto com Figueiredo, porém ele (Joel) não sabe afirmar se nesse intervalo de tempo Figueiredo saiu ou não do condomínio.

EM ENTREVISTA, ADEMÁ FIGUEIREDO NEGA ENVOLVIMENTO NO CRIME:
 

Ademá Figueiredo disse em entrevista ao jornalista Oloares Ferreira, do Balanço Geral Goiás, que não teve participação no assassinato do cronista esportivo Valério Luiz. Figueiredo disse que provará sua inocência afirmando assim ter um álibi. Foram apresentadas à polícia as imagens de um circuito de segurança do condomínio em que Joel Datena mora, e são essas as imagens que o cabo Ademá Figueiredo alega que são as provas de que ele é inocente. A delegada Adriana Ribeiro disse que fará uma acariação com Marquinhos e o cabo Figueiredo na próxima semana.


Caso Valério Luiz: Marquinhos muda depoimento e aponta cabo Figueiredo como o executor do jornalista esportivo!



 
Cabo Figueiredo, que já está preso no 1º Batalhão da Polícia Militar desde o ano passado, volta a figurar como suspeito no caso Valério Luiz!

FIGUEIREDO É APONTADO COMO O EXECUTOR EM NOVO DEPOIMENTO DE MARQUINHOS!

 O Açougueiro Marcus Vinícius Pereira Xavier, conhecido como Marquinhos, mudou seu depoimento e apontou o cabo Figueiredo como o executor do jornalista esportivo Valério Luiz! “Não fui eu quem matou Valério. Estou colaborando 100% com as investigações. Tudo que eu sabia eu já falei. Eu já confirmei que participei do crime, mas não atirei no Valério Luiz”, declarou Marquinhos.

De acordo com a delegada Adriana Ribeiro, Marquinhos disse em seu depoimento, que começou às 8 da manhã e se estendeu até as 12 horas, que ele emprestou a moto que era de seu para que o cabo Figueiredo cometesse o crime. Adriana Ribeiro também comentou que as roupas e o capacete também foram emprestadas ao cabo Ademá Figueiredo para que ele fosse no local e executasse o jornalista para dar a impressão de que era o açougueiro quem havia matado Valério Luiz, lembrando que desde o início das investigações, o cabo Figueiredo figurava sim como suspeito de ter alvejado o jornalista e depois disso ainda teve seu nome citado no email anônimo que o delatava como o executor do jornalista esportivo.O cabo Ademá Figueiredo é segurança do apresentador Joel Datena (ex sócio da rádio 730 AM), filho do apresentador José Luiz Datena do programa Brasil Urgente, que vai ao ar na rede Bandeirantes para todo o Brasil. Joel Datena, desde o ano passado comanda aqui em Goiânia o programa Brasil Urgente Goiás, pela emissora TV Goiânia Band, que vai ao ar antes do programa de seu pai.

Segundo Adriana Ribeiro, Marquinhos manteve a afirmação de que o ex vice-presidente do Atlético Clube Goianiense e dono da rádio 730 AM, Maurício Sampaio, foi mesmo o mandante da morte do jornalista Valério Luiz e que a mudança no depoimento no que se refere ao executor não mudará a linha de investigação da Polícia Civil: “A nossa linha de investigação ainda segue o caminho que mostra que a motivação do crime foram as declarações feitas por Valério criticando dirigentes do Atlético. Temos a certeza de que Maurício é o mandante e também temos provas técnicas que compravam o envolvimento dos quatro que já estão presos”, disse a delegada.

A delegada confirmou ainda que Marquinhos recebeu a visita de uns 4 ou 5 advogados que nem estão fazendo a sua defesa e que irá proibir essas visitas e acredita que ele esteja sofrendo pressão por parte dos outros acusados do crime. Ela comentou também que Marquinhos disse a ela que o cabo Da Silva disse a ele que se não houvesse forma nenhuma de negar o crime, o açougueiro deveria confirmar que havia efetuado os disparos”, para então assim proteger alguém que seria o cabo Ademá Figueiredo. A delegada confirma também que a família do açougueiro também está sofrendo ameaças.



O cabo Figueiredo está preso desde novembro do ano passado no 1ª Batalhão da Polícia Militar, localizado no Setor Marista, acusado de participar de um crime que ficou conhecido como "chacina do Jardim Olímpico", no qual policiais militares são acusados de terem executados 6 pessoas numa mesma casa no Jardim Olímpico, bairro da periferia de Aparecida de Goiânia, aqui na região metropolitana da capital. Nesse local do crime, inclusive mataram até uma criança chamada Izadora, de 4 anos de idade, que estava no local para que ela não pudesse mais tarde reconhecer os executores. 

Figueiredo nega a participação tanto na chacina quanto no caso Valério Luiz e dará depoimento na próxima semana, possivelmente na próxima 5ª feira. Ele disse que a polícia já tem imagens de que na hora do assassinato do jornalista ele estava em um condomínio no Parque Amazônia, na casa do apresentador Joel Datena, e que por lá chegou ao meio-dia e saiu depois das 14:30 horas do dia 05/07/2012, sendo que Valério Luiz foi executado às 14:00, mas para a polícia Figueiredo tem ligação com o crime pois teria sido visto no local por mais de uma pessoa.



Caso Valério Luiz: Delegada diz não haver dúvidas sobre a participação de Maurício Sampaio no crime!

Após depor, Maurício Sampaio vai para o Núcleo de Custódia
O cartorário Maurício Sampaio negou envolvimento em depoimento prestado na DIH. O acusado foi transferido para o Núcleo de Custódia, onde deve permanecer preso em uma cela especial 

Por Thiago Burigato (Jornal Opção)

Durante depoimento prestado na Delegacia de Investigação de Homicídios (DIH) na tarde desta segunda-feira (4/2), o cartorário e ex-vice-presidente do Atlético Clube Goianiense Maurício Sampaio, acusado de ser o mandante do assassinato do radialista Valério Luiz, negou mais uma vez sua participação no crime. Ele e os outros três suspeitos – o motorista Urbano de Carvalho Malta, o sargento da Polícia Militar Djalma Gomes da Silva e o açougueiro Marcos Vinicius Pereira Xavier – foram presos temporariamente por 30 dias na semana passada.

Em entrevista coletiva, a delegada titular da DIH, Adriana Ribeiro, disse que mesmo que Sampaio negue participação no crime, não há mais dúvidas de seu envolvimento no assassinato do radialista. Ela confirma, no entanto, que as investigações ainda não foram concluídas e que há diligências a serem feitas. Para Adriana, também não há dúvidas da participação dos demais suspeitos e, pelo menos por enquanto, não há indícios do envolvimento de outras pessoas.

 

 
Após prestar depoimento, Sampaio foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) e em seguida para o Núcleo de Custódia do Complexo Prisional de Aparecida de Goiânia (a realização do exame de corpo de delito é de praxe antes da transferência de pessoas detidas). Segundo Adriana, sua transferência se deve ao fato de que no Núcleo de Custódia ele pode permanecer em cela especial, regalia que tem direito por ter concluído um curso superior.

No momento em que era levado para o camburão, Sampaio deixou o complexo da Polícia Civil assoviando e sem algemas. O sogro de Valério Luiz, o comerciante Waterloo Nascimento, se exaltou contra o cartorário. “Assassino! Matador de pai de família!”, gritava.

 
À imprensa, a viúva do radialista, Lorena Nascimento Oliveira, disse ter certeza que Sampaio foi o mandante do crime, e afirma acreditar no envolvimento de outras pessoas. "Eu acredito que tem mais pessoas envolvidas. Essa é uma coisa muito grande, não é pequena, não."

Assassino confesso

A delegada também deu informações a respeito do depoimento prestado por Marcos Vinícius, que confessou ter sido o executor do crime. Pelo assassinato, ele receberia R$ 10 mil, porém, só chegou a receber R$ 9 mil. Esse dinheiro teria sido usado para pagar dívidas e reformar seu açougue, o que levantou suspeitas por parte de seus vizinhos e conhecidos.

Adriana confirma que Marcos Vinicius agia como matador de aluguel, e que há indícios de sua participação em pelo menos mais um homicídio. À Polícia Civil, ele diz que seus familiares agora estariam sendo alvo de ameaças de pessoas ligadas aos demais suspeitos da morte de Valério.

Valério Luiz foi assassinado em 5 de julho do ano passado quando saía da Rádio Jornal 820, veículo para o qual trabalhava. De acordo com as investigações, ele foi assassinado por Marcos Vinícius a mando de Maurício Sampaio, com o intermédio de Djalma da Silva e Urbano Malta. As motivações do cartorário seriam as críticas que o radialista fazia ao Atlético Clube Goianiense e à sua direção.




Caso Valério Luiz: Maurício Sampaio (ex dirigente do Atlético-GO) foi preso acusado de ser o mandante do assassinato do jornalista esportivo!

 
Maurício Sampaio (foto) foi preso na tarde de sábado. Ele é o principal de ser o mandante do assassinato do jornalista esportivo Valério Luiz!

MAURÍCIO SAMPAIO ESTÁ PRESO!
Empresário é tido pela polícia como o principal suspeito de ser o mandante da morte de Valério Luiz

 
Em 05 de julho de 2012, Valério Luiz foi assassinado em plena luz do dia por um motociclista em frente à rádio na qual o jornalista esportivo trabalhava! 

A polícia civil de Goiás prendeu na tarde desse sábado (02/02) o empresário Mauricio Sampaio, (de 54 anos), principal suspeito de mandar matar o jornalista esportivo Valério Luiz de Oliveira, cujo crime ocorreu no dia 05 de julho de 2012. Maurício Sampaio é um empresário conceituado aqui em Goiânia, ele é sócio-proprietário da Rádio 730 AM, tem cerca de 200 imóveis na capital além de ser dono de algumas escolas. Recentemente ele também ocupou o cargo de vice-presidente do Atlético Clube Goianiense, de onde se desligou em 2012. Estima-se que a média do rendimento mensal de Maurício Sampaio seja de R$ 2 milhões. A principal atividade que dele entretanto é cartorário, pois ele é dono do 1º Tabelionato de Protesto e Registro de Pessoas Jurídicas, Títulos e Documentos de Goiânia. No papel de cartorário, ocupa a presidência da Associação dos Notários e Registradores do Estado de Goiás (Anoregue-GO).

Maurício Sampaio foi detido em seu apartamento que fica localizado no 2º andar do Edifício Solar dos Buritis, na Rua 01, no Setor Oeste, região nobre de Goiânia. Segundo a polícia ele estava no apartamento com familiares e não resistiu a prisão, que ocorreu por volta das 13:30 hs de sábado. Ele teve sua prisão temporária de 30 dias decretada na noite de sexta-feira e está detido na Delegacia de Investigações de Homicídios (DIH), no Bairro Cidade Jardim. 
 
De acordo com a polícia, o acusado de ter atirado no jornalista Valério Luiz, Marcos Vinicius Pereira Xavier (Marquinhos), que já confessou ser mesmo o autor dos disparos, disse em seu depoimento que foi Urbano de Carvalho Malta quem lhe procurou para que ele cometesse o homicídio, inclusive o Urbano foi a pessoa que lhe forneceu a arma e o telefone celular usado no dia em que o crime foi cometido.  

Marquinhos disse que conhecia Urbano e o sargento Da Silva (Djalma Gomes da Silva) porém não chegou a conhecer Mauricio Sampaio. Urbano tem ligações estreitas com o cartorário Maurício Sampaio, cujas desavenças com Valério Luiz eram conhecidas de todos na imprensa. Inclusive no depoimento dado por Marquinhos, ele chama Maurício Sampaio de ''patrão" do Urbano, pois é sabido que ele é motorista do empresário.

Marquinhos tem 28 anos e trabalhava como açougueiro teria sido escolhido para cometer o crime porque foi apontado por policiais militares, que o agenciaram, como um homem “frio”, “atirador experimentado” e “corajoso”. Ele seria um criminoso temerário, acostumado a roubar automóveis nos períodos diurno e noturno. Há outro criminoso na família de Marquinhos, seu irmão, que em 2012, queimou uma pessoa viva. 

  
Fotos dos 3 suspeitos que foram presos na sexta-feira (01/02): Marcus Vinicius confessou que foi o autor dos disparos!

Como um dirigente do Atlético-GO mantinha ligações com policiais militares, alguns faziam sua segurança e também a segurança do ex-sócio da Rádio 730 Joel Datena,ex sócio da rádio 730 (filho do apresentador José Luiz Datena), teria se queixado a alguns deles. Um dos policiais militares seria ex-dirigente do Atlético. Depois de muitas conversas, e reclamações, um oficial da PM teria dito que sabia quem podia fazer o “serviço”. Depois de várias conexões, como a citação de um cabo da PM, chegou-se, por meio de um sargento, a Marquinhos. Já o sargento Da Silva fez uma varredoura nas ruas, na região da Rádio Jornal, no Setor Serrinha, região sul de Goiânia, verificando onde existiam câmeras e rotas de fuga, e Urbano monitorou Valério Luiz em uma casa que fica a poucos metros da emissora. A polícia e o Ministério Público dizem que essa casa é de propriedade do cartorário Maurício Sampaio! Com tudo preparado, Marcos Vinicius teria roubado uma motocicleta e, em julho de 2012, matou o comentarista esportivo. O assassinato teria custado cerca de 200 mil reais ao empresário.
Valério Luiz era um comentarista que fazia críticas ferrenhas e contundentes e não era acostumado a ficar em cima do muro, e por isso era muito querido e visto pelos colegas de imprensa como muito responsável e amava o que fazia. Porém ele começou a provocar a ira dos dirigentes do Atlético-GO devido às constantes críticas, inclusive quando o time estava mergulhado na crise em pleno Brasileirão da Série A, Maurício Sampaio decidiu renunciar ao cargo que ocupava (vice-presidente), dias depois, Wellington Urzeda, tenente coronel, que era o diretor de relações públicas do clube, também decidiu sair do clube em um ato de solidariedade ao amigo. Sendo assim, Valério proferiu o seguinte comentário durante o programa Mais Esportes, na PUCTV Goiás: "Quando o barco afunda, os ratos são os primeiros a abandoná-lo". 

Segundo a polícia e até mesmo Manoel de Oliveira (pai de Valério Luiz e também cronista esportivo) esse comentário pode sim ter sido a provável sentença de morte do jornalista. Entretanto há outros pontos que também estão sendo levantados como um provável esquema descoberto por Valério Luiz: Durante um Campeonato Brasileiro, o Atlético Goianiense estava mal e, de repente, começou a ganhar vários jogos. Prontamente, a imprensa esportiva registrou o crescimento surpreendente do time. Mas o que os jornalistas não sabiam, se a história for mesmo verdadeira, é que um dirigente do Atlético estava comprando resultados. Ele supostamente subornava os goleiros e os técnicos dos clubes, que entregavam os resultados. Valério descobriu o esquema e decidiu denunciá-lo. Um dirigente não gostou.

 
Fac-símile do Mandado de Prisão Provisória expedido pela Polícia para que fosse efetuada a prisão do empresário Maurício Sampaio

Maurício Sampaio estava sendo muito criticado por Valério Luiz quando ainda era dirigente do Atlético-GO e antes da morte do jornalista como todos se lembram, Valério e todos os profissionais da Rádio Jornal e da emissora PUCTV Goiás foram proibidos de entrarem nas dependências do clube de futebol em decorrência dos comentários feitos por Valério Luiz, que também era torcedor atleticano e trabalhava nesses dois veículos de comunicação. Foi noticiado na época que o pedido fora realizado através de uma carta-ofício à reitoria da PUC-GO (Pontifícia Universidade Católica de Goiás), que não atendeu ao pedido dos dirigentes atleticanos culminando então na proibição da entrada dos profissionais dessas duas empresas no clube rubronegro.

De acordo com a delegada Adriana Ribeiro, titular da DIH, ao todo foram expedidos seis mandados de busca e apreensão e três de prisão. “Não fechamos ainda a parte de interrogatórios e apreensões. Estamos na fase de diligências”, afirma. Maurício Sampaio está com o depoimento marcado para a próxima segunda-feira (04-02). Ele teve expedido contra si um Mandado de Prisão Temporária, que tem a validade de 30 dias contudo a delegada Adriana Ribeiro pretende nos próximos dias solicitar que todas essas prisões sejam transformadas em Prisões Preventivas. 



Caso Valério Luiz: Para a polícia, Mauricio Sampaio, (ex-dirigente do Atlético-GO e dono da rádio 730) é o principal suspeito de ser o mandante do assassinato do jornalista Valério Luiz!

PELA 1ª VEZ POLÍCIA CONFIRMA NOME DE MAURICIO SAMPAIO, EX DIRIGENTE DO ATLÉTICO-GO, COMO SUSPEITO NO CRIME!!!

Conforme informamos ontem aqui em nosso blog com informações do site do Jornal Opção, depois de 211 dias da morte do jornalista esportivo Valério Luiz de Oliveira a polícia civil do estado de Goiás finalmente começou a apresentar os acusados desse crime brutal e que chocou a cidade. Três homens foram detidos acusados de participarem desse crime, um deles, um açougueiro conhecido como "Marquinhos" confessou que foi ele quem efetuou os disparos.

Valério Luiz foi assassinado com vários tiros à queima roupa logo após às 14 horas do dia 05 de julho de 2011 quando um motocicleta que estava por cerca de no mínimo 40 minutos nas próximidades da Rádio Jornal, no Setor Serrinha, região sul de Goiânia, efetuou os disparos que contra o jornalista que morreu ali mesmo no local. 

Conforme informamos ontem aqui em nosso blog com informações do site do Jornal Opção, três homens foram detidos acusados de participarem desse crime, um deles, um açougueiro conhecido como "Marquinhos" confessou que foi ele quem efetuou os disparos.

De acordo com as investigações, o assassino confesso do comentarista esportivo, o ladrão de carros e açougueiro Marcos Vinicius Pereira Xavier, teria sido escolhido para cometer o crime porque foi apontado por policiais militares, que o agenciaram, como um homem “frio”, “atirador experimentado” e “corajoso”. Ele seria um criminoso temerário, acostumado a roubar automóveis nos períodos diurno e noturno. Há outro criminoso na família, seu irmão, que, em 2012, queimou uma pessoa viva. Marcos Vinicius, o Marquinhos, tem 28 anos e tem passagens pela polícia por roubo de carros e lesão corporal. Até ser preso, era citado como um homem “discreto” e “operacional” e “pau pra toda obra”.

Os outros dois detidos são: Djalma da Silva (conhecido como "Da Silva" - Sargento da Polícia Militar-GO) e Urbano Carvalho. De acordo com a polícia, Urbano estaria em uma casa alugada próxima a rádio Jornal AM 820 e dali ficou observando a rotina do jornalista. Fontes da polícia garantem que Urbano Carvalho tem ligações estreitas com o empresário Mauricio Sampaio, suspeito de ser o mandante do crime, inclusive, Urbano era motorista particular do empresário. Já o Sargento Da Silva tentou reagir à prisão e foi contido por policiais do Grupo Tático 3 (GT 3) da Polícia Civil, um oficial da Corregedoria da PM-GO também ajudou. O militar teria sido procurado por Urbano para dar apoio na execução do crime, com limpeza de provas e alteração de evidências. O sargento Da Silva também é conhecido por fazer bico de segurança de empresários donos de rádio e de dirigentes de clubes de futebol.

Em 05 de julho de 2012, Valério Luiz (foto) foi assassinado em plena luz do dia por um motociclista em frente à rádio na qual o jornalista esportivo trabalhava!

De acordo com  a polícia, estima-se que no prazo de 60 dias eles já cheguem ao mandante do assassinato do jornalista esportivo e deem o inquérito por encerrado. Ontem em entrevista a Rede Record Goiás,  o delegado Wellington Carvalho disse que o empresário Maurício Sampaio, titular de um cartório em Goiânia, é suspeito de envolvimento no assassinato do comentarista. Isso se deve porque Marquinhos, disse em seu depoimento que o crime fora encomendado pelo "patrão" de Urbano. Maurício Sampaio é apontado como “patrão” de Urbano, embora não tenha sido apresentada prova do fato. 

Há um detalhe que liga Maurício Sampaio a Urbano: Segundo o Ministério Público e a Polícia Civil, a casa de onde Urbano fez a campana para registrar a rotina de Valério Luiz - nas proximidades onde Rádio Jornal 820 - é de propriedade do cartorário Maurício Sampaio. Urbano afirmou que morava em uma residência de propriedade do ex-dirigente do Atlético e sócio da Rádio 730, Maurício Sampaio, de onde acompanhou a rotina da vítima. O suposto mandante do crime continua solto e a titular da Delegacia Estadual de Investigação de Homicídios (DIH), Adriana Ribeiro, passou a tarde de ontem ouvindo novos depoimentos.

Manoel de Oliveira, pai de Valério Luiz, nunca deixou de cobrar das autoridades as providências necessárias para a elucidação desse crime. Em seu programa "TBC News Esportes" (que vai ao ar 3 vezes na semana na TBC News - afiliada da Rede Cultura aqui em Goiás), ele mostra  um vídeo no encerramento de cada edição, que mostra Valério Luiz dizendo: "O tempo é o senhor da razão" em alusão a sede de justiça que tarda mais sempre chega. E depois tem uma mensagem cobrando justiça. Mané também sofreu com assaltos no Clube do Mané, seu clube particular, nesse período após a morte de seu filho, sendo que uma das vezes o seu clube foi alvejado no início da madrugada. Mané sempre fui valente e determinado, disse que o mandante é uma pessoa muito poderosa e desde o início mostrou que sabia de quem se tratava porém não poderia falar sem provas.

O assunto da prisão dos suspeitos da morte de Valério Luiz foi manhete nas capas dos principais jornais de Goiânia neste sábado (02/02) e a apreensão por novas prisões toma conta da imprensa e da população em geral que está acompanhando o desenrolar desse crime. Mauricio Sampaio era vice-presidente do Atlético Clube Goianiense até o ano passado. Ele é dono da Rádio 730 AM onde a principal atração é a programação esportiva. A polícia estima que Sampaio tenha um lucro médio mensal de R$ 2 milhões, em decorrência das inúmeras propriedades que ele tem posse, além da rádio e do cartório. Desde o crime, Mauricio Sampaio esteve dentre os principais suspeitos de ser mandate do crime tendo em vista seu desentendimento com Valério Luiz, que também é torcedor do Atlético-GO, e não poupou críticas às atitudes da diretoria do clube inclusive chegou a mencionar que o clube rubronegro estava participando do esquema do contraventor Carlinhos Cachoeira! Vale lembrar que a Construtora Delta era uma das patrocinadoras do Atlético-GO. 

Como Valério Luiz tinha a característica de fazer essas críticas contundentes, o clube impediu não só Valério mas toda a equipe da Rádio Jornal e da PUC TV Goiás de adentrarem nas dependências do clube, quer sejam na sede no bairro de Campinas quer seja no CT que fica no Setor Urias Magalhães, por causa das críticas feitas pelo jornalista ao clube atleticano. Outro fato que deixa explícita o público desentendimento entre Mauricio Sampaio e Valério Luiz é que Charlie Pereira, que estava trabalhando na Rádio 730 (de propriedade de Mauricio Sampaio) também trabalhava na emissora de tv PUCTV Goiás, no mesmo programa do qual Valério Luiz também era comentarista. Mauricio Sampaio deu um ultimato a Charlie Pereira para que ele escolhesse se trabalharia na Radio 730 ou na PUC TV pois o Valério era seu inimigo e se ele ficasse do lado de seu inimigo era inimigo dele também.
  
Logo após ser informado das prisões, Mané de Oliveira (foto) foi até a delegacia para acompanhar e obter mais informações

MANOEL DE OLIVEIRA: "QUERO VER ESSE BANDIDO NA CADEIA!"

O cronista esportivo Manoel de Olveira (também chamado de Mané de Oliveira), pai de Valério Luiz cobra desde o assassinato, que ninguém esqueça esse crime, e vem contando com o apoio dos internautas nas redes sociais e ontem, primeiro dia das prisões dos suspeitos, ele novamente emocionado comentou: “A gente fica com um certo alívio, mas fica a expectativa de saber quem foi o mandante. Quero ver esse bandido que mandou matar meu filho na cadeia", afirmou, chorando.  

Manoel de Oliveira  ainda afirma que o mandante é uma pessoa poderosa e que não vai ficar satisfeito apenas com a prisão. “Sabemos como funciona no Brasil. Quem tem dinheiro não fica preso. Mas, assim como estou cobrando da polícia, vou cobrar do Judiciário não só para prender, mas para manter essa pessoa atrás das grades. O Judiciário vai ter de me aguentar,” promete. Mané lembra que, desde a morte do filho, a vida de toda a família mudou drasticamente. “Mesmo quando concluírem o caso e prenderem todo mundo, minha vida nunca mais será a mesma,” lamentou o pai de Valério Luiz.
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Maurício Sampaio (ex dirigente do Atlético-GO) foi preso acusado de ser o mandante do assassinato do jornalista esportivo!


Caso Valério Luiz: Políca prende 3 suspeitos de terem participado do assassinato do jornalista esportivo Valério Luiz!


 MANDANTE AINDA NÃO FOI PRESO
Açougueiro confessa que foi o executor. Mais duas pessoas foram detidas e tem ligações estreitas com o provável mandante do assassinato do jornalista!

Os três acusados de terem participado do assassinato do cronista esportivo Valério Luiz, morto a tiros em frente a Rádio Jornal 820, no dia 5 de julho de 2012, seriam apenas os operadores do complexo esquema que culminou na morte do radialista. O mandante do crime ainda não foi preso, mas o delegado-geral da Polícia Civil de Goiás, João Carlos Gorski, afirma que é questão de tempo para o mentor do crime ser identificado e preso.

A Polícia Civil, por meio da Delegacia de Investigação de Homicídios (DIH), iniciou a operação de prisão e busca e apreensão às 6h da manhã desta sexta-feira (1º/2), em três locais diferentes. Um dos detidos que confessou o crime seria um comerciante, dono de um açougue localizado no Parque Amazonas, em Goiânia, identificado até o momento pelo nome de “Marcos Vinícius”, conhecido também como “Marquinhos”. Ele teria passagem pela polícia por roubo, e de acordo com fontes da polícia, em seu depoimento, todas as informações prestadas por ele condiziam com os dados do inquérito. Pelo serviço, ele teria recebido cerca de R$ 200 mil.

O outro acusado preso seria uma espécie de articulador dos consumadores do crime e foi identificado pelo nome de “Urbano”, que além de ser motorista, também é conhecido como agenciador de pistoleiros em Goiânia e em todo o Estado. Ele teria sido fotografado no local do crime horas depois de Valério ser assassinado. Além disso, Urbano teria alugado uma casa nas proximidades da Rua Teixeira de Freitas, onde se localiza Rádio Jornal 820. Fontes da polícia garantem que o indivíduo tem ligações estreitas com um empresário suspeito de ser o mandante do crime, sendo inclusive, seu motorista particular.

 
Delegado-geral, João Carlos Gorski, fala à imprensa sobre as principais diligências tomadas para a prisão de três suspeitos

O terceiro acusado é um sargento da Polícia Militar de Goiás, Osmar Gomes da Silva, mais conhecido pelo nome de guerra “Da Silva”. Ao ser preso ele tentou reagir e teve que ser contido por policiais do Grupo Tático 3 (GT 3) da Polícia Civil. Um oficial da Corregedoria da Polícia Militar também ajudou. O militar teria sido procurado por Urbano para dar apoio na execução do crime, com limpeza de provas e alteração de evidências. O sargento também é conhecido por fazer bico de segurança de empresários donos de rádio e de dirigentes de clubes de futebol.

Os três estão presos na DIH e vão prestar depoimentos no decorrer dos 60 dias — prazo máximo para a conclusão do inquérito. A moto e o capacete — uma motocicleta de cor preta e de motorização 125 cilindradas —, utilizado por Marcos Vinícius na execução do crime, foram apreendidos na casa de seu pai, também no Parque Amazonas. Especula-se que “Marquinhos” seja um pistoleiro profissional dado a destreza em que executou Valério, atirando em movimento em cima de uma moto.

 
Em 05 de julho de 2011, o jornalista esportivo Valério Luiz (foto) foi assassinado em plena luz do dia por um motociclista em frente à rádio na qual o jornalista esportivo trabalhava!

A esposa do cronista Valério Luiz, Lorena Nascimento disse, emocionada, que espera ver o mandante do crime atrás das grades. Ela também afirma que a família teme represálias por parte dos arquitetos da morte do cronista esportivo, considerando até mesmo deixar Goiânia por algum tempo. “Durante a investigação, Manoel de Oliveira sofreu algumas intimidações e atentados. Temos medo. Já fiquei um mês fora e considero sair da cidade para ter um pouco de paz.”

Informações mantidas em sigilo

O delegado Gorski não quis falar em nomes do mandante e nem na motivação do crime. “Ainda trabalhamos com informações que temos até o momento nos autos, e ainda é prematuro em falar de mandantes”, diz. O secretário de Segurança Pública de Goiás, Joaquim Mesquita, disse em entrevista coletiva que é meta da polícia o esclarecimento de todos os crimes de homicídios, independente da posição social dos criminosos. “Esse caso era uma anseio da sociedade do Estado de Goiás e de toda a imprensa o esclarecimento deste crime. O governador foi informado por mim das prisões e pediu que eu cumprimentasse toda a equipe da Polícia Civil.”

De acordo com a delegada Adriana Ribeiro, titular da DIH, ao todo foram expedidos seis mandados de busca e apreensão e três de prisão. “Não fechamos ainda a parte de interrogatórios e apreensões. Estamos ainda na fase de diligência”, afirma.  


Jornal Opção (www.jornalopcao.com.br)


 
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