Haiti torce pelo Brasil e durante o jogo,esquecem a miséria!

Haitianos festejam em Porto Príncipe a vitória da seleção brasileira sobre o Chile na Copa (Foto: EFE)


POPULAÇÃO ASSOLADA PELA FOME,MISÉRIA E PELO TERREMOTO DO INÍCIO DESSE ANO,SE REÚNEM PARA TORCER PELO BRASIL.
CERCA DE 1,2 MILHÃO DE HAITIANOS VIVEM NAS RUAS OU SOB LONAS




Miséria absoluta!É assim que se encontra o Haiti que ainda não conseguiu se recuperar do grande terromoto de proporções gigantescas e avassaladoras que assolou grande parte do território do país.O Haiti é o país mais pobre do Ocidente.É chamado de país de 4º mundo ao lado de países paupérrimos como Bangladesh,Somália e Myanmar por exemplo.

Porto Príncipe - Capital do Haiti


Milhares de haitianos saíram hoje às ruas da devastada Porto Príncipe para festejar a vitória do Brasil, o time de futebol favorito no país caribenho, que venceu por 3-0 o Chile nas oitavas-de-final da Copa do Mundo realizada na África do Sul. A partida, que abriu a porta das quartas de final ao Brasil, desencadeou um fervor em massa no Haiti onde o povo se agrupava nas ruas para acompanhar o jogo retransmitido por diferentes cadeias de televisão e emissoras locais.


Assim como em outras copas,o país se reúne para torcer pelo Brasil,seleção idolatrada pelos haitianos e com a presença da Força de Paz da ONU comandada pelo Brasil faz com que esta magia,respeito e admiração aumente cada vez mais.Por outro lado os faz esquecer da situação de calamidade e pobreza extrema que está presente no país sendo que até o Presidente do Haiti durante o terremoto em janeiro ficou sem casa.

Crianças haitianas na fila para receberem comida


A paixão gerada pelo triunfo brasileiro foi comprovada inclusive nos acampamentos de pessoas desabrigadas após o terremoto do dia 12 de janeiro. A população esqueceu de seus problemas durante os 90 minutos de jogo, transmitido em telões e alto-faltantes. Calcula-se que 1,2 milhões de pessoas vivem nas ruas sob lonas e tendas de campanha, depois de terem perdido suas casas no terremoto que deixou 300 mil mortos.




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