Chivas Guadalajara x Internacional: 1º duelo da finalíssima

https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEgzZJ01xk7zI2DBwAqRT_a9a9nDq03h5HBkEVif96gW_HYENnCnTpBu8u6m_G9C68lFivBlQTL5YUBY5q9WM3eg3KgagMgkKEkis0-0msvDWpozdQTDgej_c7ddClQ15Vf1Jg13pkzZTXce/s400/chivas+x+inter.jpg


https://blogger.googleusercontent.com/img/b/R29vZ2xl/AVvXsEiwbhh8NlQVF76zemQglkHBUnLQYCa_-0J4eLbZkFbD2CuXZV5FBg3HSprzRr7v4FRBCmf4vXzrRdeV7AQDBmIS622jh0-iqjCNy1lrLDeiJ44QypUu6Us9O1lkbxIW3VfEVen8gdQoHkyF/s400/Logo_Libertadores.jpg




Bobagem pensar que é um jogo de futebol o que acontecerá às 21h50m (de Brasília) desta quarta-feira no gramado sintético do Estádio Omnilife, em Guadalajara, no primeiro duelo com o Chivas pelo título da Libertadores. É muito mais: um passo de gigante, a entrada definitiva no grupo dos maiores do mundo, a consolidação dos tempos mais gloriosos de um clube centenário.


Policia Chivas x Internacional Libertadores
O jogo entre Inter e Chivas, no Estádio Omnilife, em Guadalajara, tem forte policiamento. Segundo a imprensa local, o efetivo disponibilizado é um recorde para eventos esportivos no México: 450 policiais estaduais e federais mais 65 bombeiros e agentes da defesa civil. Muitos dos oficiais, acostumados a enfrentar o narcotráfico, carregam metralhadoras e andam nas carrocerias de camionetes com o rosto tapado por capuzes



Fica tudo tão pequeno perto do que representarão esses 11 sujeitos correndo atrás de uma bola de futebol. O passado de derrotas de Celso Roth, a polêmica do campo artificial, a presença de Giuliano ou Wilson Matias na vaga de Tinga: é tudo complemento daquilo que realmente importa, são fatos coadjuvantes à margem dessa maluquice que é imaginar o Inter, depois de tanto sofrer nos anos 80 e 90, sendo bicampeão da Libertadores e do mundo em um intervalo de quatro anos.


Foi nos últimos anos que o Inter resolveu se autoproclamar “campeão de tudo”. Com as conquistas da Libertadores, do Mundial, da Recopa e da Sul-Americana, todas desde 2006, o Colorado virou o único clube do Brasil a abocanhar todos os torneios em disputa na atualidade. Mas ainda não tem os três títulos mundiais do São Paulo, tampouco os dois da Libertadores do Grêmio, seu maior rival, sua eterna fonte de comparação.


É justamente por isso que a Libertadores de 2010 vale tanto. O Inter quer se tornar inquestionável. Quer ser um sinônimo definitivo de clube vencedor.


- Temos que aproveitar. É um momento único – resumiu D’Alessandro.


O momento é propício para a confiança. Em uma Libertadores acidentada, o Inter parece crescer na hora certa, agora sob o comando de Celso Roth. Passar pelo São Paulo, mesmo com derrota, foi o teste de fogo para um elenco que ficou no limiar da alegria e da decepção em 2010. Agora, chega o teste final.


Giuliano comemoração Internacional
Giuliano (D), talismã colorado na Libertadores, deve começar o jogo (Foto: Agência Estado)


- O peso da responsabilidade, tanto dos jogadores como da comissão técnica, é do tamanho da Libertadores. Qual o tamanho que tem ser campeão da América? É grande, não é? Pois a responsabilidade é grande também – comentou o técnico Celso Roth.


Torcedores Chivas x Internacional Libertadores

A torcida do Chivas começou a chegar cedo ao Estádio Omnilife para o primeiro jogo da final da Libertadores da América. Cinco horas antes de a bola rolar, torcedores já circulavam ao redor da nova arena do clube mexicano, à espera da partida contra o Inter. Cerca de 45 mil fãs do Chivas devem marcar presença na decisão.



O Inter não gostou muito da ideia de jogar em um campo sintético. Mas teve que aceitar. Foram dois dias de treinamentos no Omnilife para os colorados se habituarem à maior velocidade do jogo e a uma bola que parece mais rebelde, pouco afeita ao controle dos jogadores especialmente quando quica no chão.


O meia Tinga, expulso no Morumbi, é desfalque dos mais fortes para o Colorado. O técnico Celso Roth não revelou o substituto, mas é provável que o escolhido seja Giuliano, talismã vermelho, autor de quatro gols na Libertadores. Wilson Matias e Andrezinho também têm chances.


Torcedores do Inter, dentro do Estádio Omnilife.

É só fazer de conta que é o Beira-Rio, olhar aquele vermelho e branco das cadeiras e cantar forte o "vamo, vamo, Inter" no Estádio Omnilife, em Guadalajara, palco do primeiro duelo da final da Libertadores, nesta quarta-feira, contra o Chivas. Os jogadores não estarão sozinhos. Eles terão o apoio da torcida colorada, sempre presente, mesmo que em minoria absoluta. Duas horas antes de a bola rolar, brasileiros já marcavam presença na recém-inaugurada arena do Chivas. Eles assistirão ao jogo no mesmo espaço destinado aos mexicanos.



O adversário colorado, ao desbancar o Universidad de Chile em Santiago nas semifinais, apenas comprovou a força que todos no México conhecem. É um clube muito grande, com a maior torcida do país, dono do recorde de 11 títulos nacionais. E com um estádio novinho em folha.


O Chivas respeita muito o Inter, até se vê inferior ao adversário, mas confia em título. Apoiado por 45 mil pessoas no Omnilife, o clube de Guadalajara quer tornar o México campeão da Libertadores pela primeira vez.


Tecnico José Luis Real Chivas México

José Luis Real deixa favoritismo com o Inter


- Creio que pode ser lógico, normal, que Inter seja favorito, pela história do clube, pelas conquistas. O Chivas não teve um título a nível internacional. Me parece muito lógico que o Inter seja o favorito. Mas temos a oportunidade de ganhar uma final. Tenho certeza de que vamos fazer tudo que está a nosso alcance para ganhar de uma equipe da importância do Inter – comentou o técnico do clube mexicano, José Luis Real.



O Chivas conseguiu ter seus dois atacantes em condições de jogo. Omar Bravo, segundo maior artilheiro da história do clube, com mais de 100 gols, renovou contrato e estará em campo. Arellano se recuperou de problema muscular e também deve começar a partida.


Fonte: globoesporte.com






Comentários

 
▲ Topo