Nos últimos anos, o
Bayern de Munique tem sofrido muito em finais de Champions League. Em
2010, perdeu para a Inter de Milão e em 2012 para o Chelsea, em sua
casa. Só que nunca deixou de tentar. Robben é a marca dessa equipe. Nos
momentos bons e ruins, pois ele peca, mas não por omissão. Por
persistência, tivemos um grande atleta decidindo um jogaço e um
grandíssimo time conquistando a Europa.
Sem Götze, o Borussia
perdeu muito na armação evidentemente, só que acima da qualidade
individual do atleta poderia estar comprometido o estilo de jogo da
equipe. Não havia um reserva com as mesmas características, diferente da
temporada passada, a qual os Prussianos contavam com Shinji Kagawa. Com
isso, o Dortmund precisava saber pressionar o setor correto do seu
adversário: A saída de jogo de Schweinsteiger. Se tivesse avançado em
demasia, levaria bola nas costas. Não levou, pressionou, jogou bem,
soube neutralizar seu rival e jogava com profundidade. Mas chegou um
momento que perdeu a intensidade e consequentemente o título. Faltou o
equilíbrio, faltou a continuidade.
O Bayern avançou a
marcação e cresceu no jogo aos poucos. Popularmente conhecido como
pipoqueiro, Robben já havia perdido três chances claras de gol e mesmo
abatido, não desistiu. Seguiu em busca, se movimentou, iniciou a jogada
do primeiro gol da sua equipe e fez o gol do título.
A persistência resume
esse título do Bayern, além do merecimento. Parabéns, Robben. Você foi o
cara do jogo, um bravo lutador! O sofrimento apenas alimentou mais e
mais a sua coragem. Não, não foi possível novamente você perder. Ganhou,
é campeão.
























































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