Quando os volantes funcionam e a constância aparece

Por: Gabriel Tramarin
 
Tivemos mais um amistoso, o último antes da Copa das Confederações. Não foi um jogo de encher os olhos, mas pelo menos o Brasil venceu.  Só espero que agora não venham os exageros, ufanismos e outras coisas de que vamos ser os melhores, etc, etc. Calma. Jogamos mal.

A França foi infinitamente melhor, foi envolvente. Uma coisa que chamou a atenção foi o fato deles chutarem de longe e aí já emendo outra crítica: se tivesse envolvimento maior, o resultado seria outro. Houve desinteresse dos franceses. E essa França não tinha força máximo. Fato, não desmerecimento do resultado.

O Brasil foi mal, os volantes novamente não funcionaram. Mas quando funcionaram e também quando Hernanes e Lucas entraram, foi outra história. Acho que ambos devem ser titulares, sem dúvidas. Só que faço alguns questionamentos pontuais.

Ambos sendo titulares, eles manteriam um ritmo? E o futebol razoável no final do jogo será mantido e melhorado? Não me iludo com o resultado de hoje, fico com esses questionamentos em mente.

Continuando, vimos outro fato já destacado por mim em outro post: Hulk não dá. E o Luiz Gustavo está caminhando para um tiro no pé. Apático e pífio. Espero queimar minha língua.

Temos que manter a escalação do fim do jogo, manter um bom futebol por 90 minutos ou em maior parte do jogo. Esse é o problema. A Seleção está inconstante e isso vem pesando. Jogamos mal o primeiro tempo, melhoramos no segundo e com as mudanças resolvemos o jogo.

É isso basicamente, precisamos de constâncias, volantes que funcionam e tudo deve melhorar.
 

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