
A partida começou em um ritmo lento, com ligeiro domínio de posse de bola para o Independiente Santa Fé. Com 25 minutos de jogo, os colombianos chegaram ao gol de Renan Ribeiro pelo menos três vezes.
Em um desses lances, o Santa Fé balançou a rede, mas o árbitro invalidou a jogada. Aos 10 minutos, depois de uma cobrança de falta, a bola desviou na barreira e sobrou para Seijas. De cabeça, o atacante mandou para o gol, mas o bandeirinha assinalou impedimento.
O Santa Fé mantinha a pressão no campo do Atlético, que se limitava a marcar e não conseguia organizar as jogadas ofensivas. No entanto, apesar do domínio territorial, os colombianos cometiam erros primários no momento de definir as jogadas.
Após os 35 minutos, o Atlético-MG conseguiu certo equilíbrio na partida, mas o desentrosamento e os erros de finalização comprometiam as investidas alvinegras. Prova disso foi que a primeira etapa terminou sem que o goleiro Agustín Julio fizesse uma defesa sequer.

Daniel Torres, do Santa Fe, salta em disputa de bola com Ricardo Bueno: Galo suportou o 1 a 0 e ficou com a vaga
O Santa Fé voltou para a segunda etapa precisando fazer o resultado e pressionando. Aos 15 minutos, os colombianos conseguiram vencer a defensiva atleticana. O lateral esquerdo Nogueira recebeu na intermediária, limpou Jairo Campos e soltou a bomba de canhota, sem chances para o goleiro Renan Ribeiro.
Com o passar do tempo e necessitando dos gols para se classificar, o Santa Fé partiu com tudo para o ataque, mas dava chances para o contragolpe do Atlético-MG.
A poucos minutos para o final do jogo, o time colombiano intensificou a pressão e chegou com perigo em duas oportunidades. No entanto, o ataque do Santa Fé parou nas boas defesas do goleiro Renan Ribeiro.























































Comentários